Alessandro
Acordei sozinho.
O braço estendeu-se automaticamente pelo colchão à procura dela.
Frio.
Vazio.
Abri os olhos imediatamente.
— Isabella?
Silêncio.
Sentei-me depressa na cama, ainda preso à sensação do perfume dela na minha pele.
Mas Isabella já não estava ali.
Levantei-me rapidamente e percorri a casa inteira.
Sala.
Cozinha.
Varanda.
Banheiro.
Nada.
Ela tinha ido embora.
Outra vez.
Parei no meio da cozinha passando a mão pelo rosto enquanto tentava controlar a sensação estranha no pe