Henry se dobrou sobre si mesmo, tremendo, com o rosto encharcado de suor. O ar não bastava, e o peito ardia como se tivesse corrido quilômetros. Tentou falar, pedir ajuda, mas a única coisa que saiu da boca foi uma avalanche de vômito que o surpreendeu. Inclinou-se para um lado, a bile queimou a garganta e quase se afogou com ela. Tossiu desesperado, os olhos ficaram vermelhos, e por um instante acreditou que esse era seu fim.
— Merda, Henry! — gritou Camilo, assustado. — Respira, respira, cara