Henry apertou os punhos, baixou a cabeça e respirou fundo. Cada palavra de Rebecca era como uma bofetada, um lembrete de que tinha sido um cego voluntário, um homem disposto a engolir as mentiras para manter a verdade em que tanto insistia.
— Eu... — tentou falar, mas a voz travou na garganta.
Ela deu um passo em direção a ele, olhando-o fixamente, com a testa alta e os olhos acesos como fogo. Henry jamais a tinha visto assim. Sempre tinha sido a garota coquete e doce que procurava cruzar com