O envelope repousava sobre a mesa como se carregasse dinamite.
Bridget o observava em silêncio, sentada com os cotovelos sobre os joelhos, o corpo curvado e o olhar distante. Ao seu lado, Maxwell permanecia quieto, respeitando o tempo dela, mas com os olhos carregados de ansiedade.
— Quer que eu abra? — perguntou ele, com a voz baixa.
Ela assentiu lentamente, sem tirar os olhos do envelope.
Maxwell puxou os grampos do laudo e começou a ler. O silêncio na sala tornou-se espesso. A cada linha qu