Caminhei cegamente pelo corredor em direção, ao que poderia o quarto de Roberta, nela estava escrito com um piloto preto. NÃO ENTRE! Tipico de adolescente em fases, de crises aborrecentes, o que não fazia tanto sentido assim pra mim, ela tem o que? Vinte e um anos? Era o que eu poderia deduzir.—Roberta? — Bati na porta e chamei, demorou um bom tempo, nesse caso, movi a maçaneta. — Roberta? — Não me lembrava que horas poderia ser, não estava tendo bem uma noção de dia, tampouco de horas, estava