Carla estava dançando com um maldito vestido que se moldava ao seu corpo a cada movimento, atraindo o olhar de vários desgraçados ali, fazendo meu sangue ferver e ressuscitando o desejo de voltar a ser o garoto irresponsável que fui um dia, quebrando mãos e socando narizes.
Não sabia por que queria arrancar o olho de cada homem daquele lugar que se demorava sobre ela. Por sorte, nenhum havia tentado se aproximar. Ou não responderia por mim.
Carla sabia que eu estava por perto, a uma distância s