— Acordando você, já que não parava de roncar e não me escutava — menti, já abrindo a porta do carro. — Já chegamos.Soltei o ar quando me vi do lado de fora e esperei um segundo, olhando em volta e analisando tudo antes de virar para abrir a porta para ela.— Eu não ronco, seu idiota! — ela afirmou ao passar por mim, e um sorriso involuntário se formou em meus lábios.Não entendia o porquê, mas estava começando a gostar de provocá-la apenas para ver aquele olhar raivoso sobre mim.— Que bom que vocês chegaram, filhos — Dona Rosa foi logo nos cumprimentando com sua alegria contagiante. — Venham, o almoço está pronto, e vocês vão me ajudar a tomar conta dessa linda menininha, não é, Dana?A pequena princesinha de cabelos e olhos castanhos brilhantes — que parecia ser uma marca registrada da família — pulou no colo da avó, parecendo empolgada.— Oi, princesa. Eu sou John. Pode falar John?— Tio Don — foi o que ela respondeu, já batendo palminhas.— Não sorria para ele, Dana. Ele é um gr
Ler mais