Gabriel empurrou a porta do quarto de Maya com o ombro, tomando cuidado para não acordá-la. Ela continuava profundamente adormecida, com um dos braços apoiado sobre o peito dele, completamente alheia ao fato de ter sido carregada da sala até a cama. Com delicadeza, ele a acomodou sobre o colchão, ajeitou o travesseiro sob sua cabeça e puxou o cobertor até seus ombros.
Por um instante, ficou apenas olhando. A cobertura inteira estava silenciosa, mas naquele quarto parecia existir um tipo diferen