O relógio marcava quatro e vinte e cinco quando Maya finalmente conseguiu tirar o dólmã. O turno do almoço tinha sido corrido. Não caótico, mas movimentado o suficiente para que ela só percebesse que estava nervosa quando se viu sozinha no pequeno banheiro dos funcionários, encarando o próprio reflexo no espelho.
Soltou os cabelos presos desde cedo e passou os dedos entre os fios, tentando dar algum jeito na bagunça. Suspirou, aproximou a camisa do rosto e fez uma careta.
— Ainda estou com chei