— Eu te levo hoje — ele disse depois de um tempo.
Não foi uma pergunta, mas também não soou como imposição.
Maya pensou por um instante antes de assentir.
— Tá.
Simples. Sem discussão.
O caminho até o bistrô foi mais silencioso do que o do dia anterior. Não desconfortável, mas carregado de pequenas pausas, de frases que começavam e não terminavam, de olhares rápidos que eram desviados antes de se tornarem algo maior. Maya manteve o olhar na rua na maior parte do tempo, observando a cidade passa