A porta bateu com um som seco atrás dela. O corredor do prédio estava silencioso demais para o que ela sentia por dentro. Maya caminhou sem pensar muito na direção do elevador, os passos rápidos, quase duros, como se estivesse tentando fugir de alguma coisa que ainda estava muito perto. O ar parecia mais frio ali fora, ou talvez fosse só o choque depois da tensão. Ela apertou o botão do elevador mais de uma vez, impaciente. Quando as portas finalmente se abriram, ela entrou sem olhar para trás