— Graças a Deus! — Agradeço, dou a partida e saio disparada com a caminhonete.
Saí com o carro bem no momento que Rafael iria me alcançar.
— Vagabunda, desgraçada, quando colocar a mão em você, vai se arrepender do que fez.
Vejo que estava em uma fazenda, uma muito bonita e gigantesca. Não a reconheço. Continuo acelerando a caminhonete, mas o caminho termina em uma porteira fechada. Sou obrigada a descer e ir até lá abrir. Meus dedos se atrapalham com o ferrolho, mas eu preciso arrastá-lo para