Chego na fazenda e ao caminhar para a cozinha, sinto o cheirinho da comida bem temperada de dona Ana. Sinto saudade das comidinhas simples do interior.
— O cheiro tá bom, hein.
Entro falando.
— Gabriel, meu fio, que saudade — A senhora vem na minha direção enxugando a mão molhada em um pano de prato e o joga sobre o ombro antes de me abraçar.
Sinto seus braços rechonchudos me envolverem e eu abraço a senhora baixinha. Ela se afasta e me analisa.
— Está com uma carinha bem melhor desta vez, está