Despedida dolorosa.
Depois de 3/4 km mais ou menos, parei em frente a delegacia.
A Elisa desceu primeiro da moto e eu depois dela.
— Alessia, o que fazemos aqui? - olhou-me assustada, apavorada.
— Como o que fazemos aqui?! Eu vim saber como estão as investigações sobre o assassinato da minha mãe, quando irão liberar o corpo dela para eu poder enterrar.
— Alessia, nós temos que sair daqui agora mesmo. - disse num tom firme.
Com isso, ela me deixou muito confusa e preocupada.
— Porque? - indaguei.
— Primeiro me deix