Camila permaneceu em silêncio, deixando as palavras de Arjun ecoarem na sala dos tecidos. O calor do corpo dele e a suavidade das sedas ao redor criavam um casulo que a protegia das dúvidas que costumavam assaltá-la. Ela sentia que, pela primeira vez, não precisava de todas as respostas imediatamente.
— Com o tempo... — repetiu ela, baixinho, como se testasse o peso da frase.
— Sim — confirmou Arjun, acariciando o braço dela com a ponta dos dedos. — O tempo aqui não corre como lá fora. Ele não