Peterson não se abalou com a fúria de Miranda. Um sorriso cínico, quase imperceptível, curvou seus lábios. Ele a observou enquanto ela se aproximava, o rosto contraído pela raiva e exaustão.
— O que eu quero? — repetiu ele, com a voz baixa, quase um sussurro, mas carregada de uma ironia mordaz. Seus olhos perfuraram os dela. — Será que realmente preciso responder?
Ele deu um passo à frente, diminuindo a distância entre eles.
— Sua companhia e...
Antes que ele pudesse terminar a frase, Miranda o