Alexander
A porta do elevador se fecha atrás de mim e, pela primeira vez desde que saí do apartamento, o silêncio não vem como ausência, mas como espaço para organizar o que, inevitavelmente, já deixou de ser controlável nos termos anteriores. Não há dúvida sobre isso. Não há mais margem para interpretar como coincidência ou erro de leitura. Oliver existe dentro da minha realidade agora, não como hipótese, não como possibilidade distante, mas como presença concreta, com voz, com rotina, com peq