Audrey estava sentada na cama, escorada em vários travesseiros. Sentei-me ao seu lado. Ela pegou a minha mão e percebi que estava tão trêmula quanto eu.
Senti o pingo morno das minhas lágrimas na pele. Audrey tocou meu queixo e levantou-o, me obrigando a olhá-la.
— Por favor... eu imploro... não desvie o olhar do meu. Me deixe te ver... da forma como eu deveria ter te visto a vida inteira.
Mordi o lábio com força, sentindo o gosto de sangue na boca. E então ela me puxou e caí em seus braços. No