Culpa (II)

O cemitério era antigo e silencioso, cercado por grandes árvores que filtravam a luz do sol entre os galhos. O túmulo do meu pai ficava em uma das quadras mais simples do lugar, numa lápide de granito cinza, discreta.

Não havia ostentação, apenas a tranquilidade de um lugar que transmitia exatamente quem ele havia sido em vida: um homem simples, íntegro e profundamente amado.

Eu não tinha voltado àquele lugar

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