Fiquei em silêncio olhando o rosto dele. Sorria abertamente. Filho da mãe! Vai ficar fazendo joguinhos a essa altura do campeonato?
— Ou talvez não me arrependa, pelo contrário, goste.
Ele parou de sorrir na hora.
— Pensa em procurar outro?
— Ué... Talvez meu amigo bombadinho queira me ajudar...
Guilherme apertou minha cintura com força.
— Você gosta de me provocar, não é?
— Adoro — falei sorrindo. Ele tentou, mas não conseguiu segurar a risada.
— Chega de conversa!
— Como assim?
Guilherme não r