Guilherme parou o carro de novo. Olhei ao redor e não conhecia o local. Ele saiu e deu a volta, logo estava abrindo a minha porta e me tirando do carro à força. Ele agarrou o meu braço e me fez caminhar com ele. Estava confusa demais para reagir. Guilherme praticamente me arrastou para a praça. Não tinha ninguém nesse lugar. Ele me fez sentar em um dos bancos e se sentou ao meu lado. Fiquei quieta olhando o rosto dele. Parecia perturbado.
— Você precisa tentar entender, Daniela.
— Eu não consigo