Saímos da casa do capataz de mãos dadas.
A chuva já não cai com a mesma fúria, mas o chão continua pesado, enlameado, e o ar traz aquele cheiro a terra molhada que se cola à pele. Caminhamos em silêncio, lado a lado, como se cada passo fosse uma confirmação.
Quando a entrada da mansão surge diante de nós — a porta que dá diretamente para o jardim — sinto o coração apertar.
Assim que aparecemos, a governanta surge de imediato, aflita, andando de um lado para o outro como se estivesse à beir