A abraçando, ele foi entrelaçando suas mãos, a prendeu nos seus braços sutilmente.
— Não sei como exatamente sou com ela ou com outras pessoas.
— Mas posso ser do jeito que você preferir.
Ela se virou de frente para ele, envergonhada.
— Quero que seja cauteloso… eu não…
— Não sou boa em ficar com ninguém.
— Vamos devagar, só quero te sentir melhor.
— Odeio ser tão carente assim, me sinto tão ridícula por isso.
— Sei por que você tem aparecido aqui… eu andei vendo as suas conversas, muitas coisa