O carro passou devagar.
Devagar demais.
Sem farol.
Sem som.
E isso…
não era normal.
O corpo de Daniel ficou rígido na hora.
O olhar acompanhando cada movimento.
Até o carro parar… mais à frente.
No escuro.
— Rebeca… — ele chamou baixo.
Ela já estava quase no corredor.
Mas ouviu.
Parou.
E voltou.
— O que foi?
Daniel fez sinal com a mão.
— Vem aqui… devagar.
Ela se aproximou.
O coração já acelerando.
Só pelo tom da voz dele.
Daniel apontou discretamente.
— Tá vendo aquele carro?
Rebeca forçou o o