A noite já tinha caído quando o celular de Rebeca vibrou sobre a mesa. Ela olhou o nome na tela e sentiu o coração acelerar.
— Oi… — a voz dele veio baixa, quase como se estivesse sorrindo do outro lado. — Não consegui tirar você da cabeça.
Rebeca fechou os olhos por um instante, sentindo um calor subir pelo peito.
— Eu também… — respondeu, sincera. — Hoje foi difícil me concentrar em qualquer coisa.
Houve um pequeno silêncio, daqueles que dizem muito mais do que palavras.
— Posso te ver? — ele