A escuridão parecia engolir tudo ao nosso redor.
O mato alto balançava com o vento.
Os galhos estalavam sob as botas dos homens.
E mesmo assim ninguém falava.
Ninguém fazia barulho além do necessário.
Apenas avançávamos.
Cada um seguindo sua posição.
Cada um sabendo exatamente o que precisava fazer.
Meu coração batia forte.
Forte demais.
Mas não era medo.
Ou talvez fosse.
Uma mistura de medo, adrenalina e responsabilidade.
Porque aquilo não era um treinamento.
Não era uma ocorrência do Corpo de