Tayler foi até o fim do corredor, onde parecia um quarto a princípio até que girasse a manivela de decoração e abrisse uma porta que dava para uma sala de jogos de pôquer.
- Você j**a pôquer? – pergunta admirando o local de pouca luz e com um bar no canto, repleto de garrafas antigas e raras.
- É o que parece, não é? - pegou as cartas e jogou sobre a mesa, fazendo sinal para que sentasse. - É melhor ter aprendido alguma coisa com seu pai. – bateu a garrafa de whisk na madeira. – Assim ganhar d