A casa é sua, moça bonita.
Riccardo,
Achei que ela ia sentar bem devagar, mas não, ela se senta de uma vez fazendo minha alma escapar. Ela me abraça forte, e tenho medo de ter machucado ela e os bebês. Não me mexo, fico parado, atolado dentro dela, deixando que ela assina o controle. Não queria parar, mas se tiver machucado, não vai ter outro jeito.
— Quer parar? — Ela nega com a cabeça. — Tem certeza? Podemos fazer isso depois.
— Calma, estou esperando minha alma voltar para o corpo.— ela fala em sussurro e eu dou