No fim da tarde, Cassie entrou no banheiro do camarim com uma pequena caixa nas mãos.
Ela já sabia o que encontraria, mas ainda assim o coração acelerava sempre que fazia aquilo. Era automático, inevitável. Uma pequena esperança insistente que se recusava a morrer completamente.
Minutos depois, o teste repousava sobre a pia.
Negativo.
Outra vez.
Cassie fechou os olhos, respirando fundo. A frustração veio como uma onda silenciosa, não devastadora, mas constante. Não era apenas a gravidez, er