ANA
A manhã de Ana seguiu um roteiro atípico de paz.
Acordou antes do despertador, conseguiu tomar o café da manhã tranquila e antes de sair se despediu de sua mãe. Apesar do caos habitual do ônibus lotado e do metrô transbordando gente, ela conseguiu chegar antes do horário. O escritório ainda tinha aquele silêncio metálico e fresco do ar-condicionado recém-ligado. Alexander não apareceu, o que para ela era um alívio silencioso; algumas ausências são, na verdade, presentes.
O trabalho foi um r