Valentina
Depois que Natasha finalmente dormiu, a casa mergulhou naquele silêncio raro que só existe de madrugada.
Sem música ou clientes ricos fingindo entender de arte contemporânea e sem italianos emocionalmente instáveis invadindo minha paz mental.
Só eu, a chuva fina contra as janelas e uma sensação irritante de que minha vida estava começando a escapar do controle outra vez.
Excelente.
Passei pela cozinha pegando uma taça de vinho antes de subir para o escritório pequeno no segundo andar.