Juliana saiu da sala da presidência como se estivesse atravessando um incêndio. O som dos saltos ecoava pelo corredor de mármore, duro e acelerado, acompanhando o ritmo da raiva que queimava dentro dela. Sua respiração vinha curta, irregular, enquanto as palavras de Bernardo continuavam se repetindo em sua mente.
"Eu nunca amei você."
Mas não era apenas aquilo.
Era a aliança.
A maldita aliança brilhando no dedo do homem que nunca quis lhe dar um anel, nunca fez promessas e jamais falou em futur