Dandara ainda olhava para a pedra em formato de coração, passando o polegar sobre o anel como se precisasse ter certeza de que aquilo era real. Os olhos estavam marejados, e o sorriso que se formava em seus lábios era pequeno, quase incrédulo.
Mas, de repente, algo mudou em sua expressão.
Ela estreitou os olhos, como se tivesse acabado de perceber alguma coisa. Levantou o rosto devagar e olhou para ele.
— Espera.
Bernardo sorriu, curioso.
— O quê?
Ela ergueu a mão, mostrando o anel.
— Você me p