Alade*
Alade mantinha os olhos no horizonte, sentindo o peso do que estava por vir. Murmurava preces à deusa lua, tentando conter a agonia que queimava em seu peito.
Foi quando ouviu passos. Fortes, decididos. Virou o rosto — Aaron se aproximava. A luz da fogueira recortava seu rosto com sombras duras. Seus olhos cravaram nos dela como lâminas.
— Parece que o seu alfa não está muito feliz — disse ele, com um sorrisinho torcido.
— Chega, Aaron — ela respondeu de imediato, desviando o olhar. Mas