Alade*
Aaron, montado atrás dela no mesmo cavalo, permanecia em um silêncio cortante, como uma lâmina cravada em sua nuca. Ela não precisava que ele dissesse nada — podia sentir seu ódio pulsando em ondas, tão denso quanto o ar frio que os envolvia. Mas era o desprezo mudo que doía mais. Alade cerrou os punhos. Tentava fingir que não importava... mas importava. Importava demais.
Um pouco mais atrás, Heleana cavalgava isolada, o olhar sempre atento de Astar queimando em sua nuca. A vampira, visi