— Me ama? Como? Quando?
Marjorie saiu debaixo de mim e foi se encaminhando nua, sem nenhuma vergonha, para o banheiro. Fui atrás dela, descartei o preservativo e entrei no box junto com ela para me lavar.
— Eu sempre te amei, Apolo. Desde antes de você me pedir em namoro e me contar o que você faz. Eu te falei que não ia ser mulher de bandido e fiquei esperando você largar essa vida e voltar a falar da gente ficar juntos, o que não aconteceu. Aí percebi que você não estava tão interessado e comecei a partir pra outro. Namorei algumas vezes, mas nunca consegui me sentir tão bem e à vontade como com você, então desisti. Durante esse tempo, eu percebia que você gostava de mim, você sempre fala que me ama e quer ficar comigo, mas nunca falou o que mais importa, que é que eu sou mais importante do que sua vida de crimes e que você não quer me tornar mulher de bandido!
Sequei Marjorie, prendi a toalha no cabelo dela e coloquei um robe nela enquanto ela falava. Nós dois voltamos para a cama