POV de Brenda
Eu precisava parecer fraca.
Foi a primeira coisa que pensei quando me aproximei de Bruno. Inclinei o corpo, depositei um beijo leve nele e passei a mão em seus cabelos, num gesto quase automático — ensaiado, calculado. A burra submissa ainda existia. Pelo menos, era isso que eles precisavam acreditar.
— Você está bem?
— Estou bem, cunhada. E você?
Minha voz saiu doce, controlada. Por dentro, eu estava em guerra.
— Eu não fui torturada. Vou cuidar de você.
Assenti, como se aquilo m