Gustavo Lira
Nossa noite foi complicada para Vanessa; ela passa a noite sentindo dores e, sempre que tento deixá-la mais confortável, parece que a machuco em outro lugar. No fim das contas, acabo dormindo no sofá, frustrado. Queria dormir sentindo seu cheiro, tê-la em meus braços.
Acordo de um sono agitado, caminho pelo espaço e acabo na varanda com um copo de uísque na mão, tentando acalmar a agitação que sinto por dentro.
— O que houve, Gusta? — Me assusto ao ouvir Vanessa falar baixinho atrá