37 Ela acha que é um sonho.
— Preciso... beber água! — Aisha teve mais sede que nunca.
— Como quiser. — Khalil se afastou de vez, deixando-a sem amparo; ela quase caiu. Ele tinha aquele costume e reflexo.
— Faça-o rápido, não tenho tempo! — parecia uma ordem.
Aisha não conseguiu fazer diferente. Apertou o smartphone na mão direita e pegou o copo com a esquerda. Tentou chegar à jarra sem vacilar, um sucesso que lhe deu alívio. Soltou o aparelho e colocou água no copo como podia, em meio à escuridão e à sua aparente fraqu