Alfonso lança um olhar atento ao redor, avaliando cada canto do café. O movimento é discreto, mas calculado, como se quisesse medir a distância entre olhares curiosos e ouvidos indiscretos.
— Então, quem foi o figlio di puttana que tentou matar a minha filha? — Alfonso pergunta, a voz baixa, enquanto desliza os dedos pelo cardápio sobre a mesa. — Nosso combinado não foi esse. — Acrescenta, sem deixar transparecer qualquer preocupação genuína com o bem-estar dela.
— Realmente não sei. — Fabrizi