Lorenzo Salvatore.
O interfone tocou, interrompendo meus pensamentos. Levantei-me da mesa e fui até ele, apertando o botão.
— Alô?
— Sou eu, Giulia! — reconheci a voz dela imediatamente, mas algo em seu tom estava diferente, tenso.
Destravei a porta de entrada sem hesitar e esperei ansioso. Em poucos minutos, uma batida apressada soou na porta do meu apartamento. Assim que abri, Giulia praticamente caiu em meus braços, me envolvendo em um abraço apertado.
Senti seu corpo tremer, e em pouco