Eram três da manhã quando um grito rasgou a suíte.
Não foi apenas choro. Foi um grito de terror absoluto.
— FOGO! PAPAI! FOGO!
Aeron reagiu como soldado. Antes de Jinx abrir os olhos, ele já estava sentado, com a arma destravada na mão, peito nu arfando, varrendo o quarto escuro.
Mas não haviam ameaças. Só Luna, sentada na cama, se debatendo contra os lençóis como se estivessem em chamas.
— NÃO! NÃO QUERO IR! — berrava, olhos abertos mas cegos pelo pesadelo.
Jinx sentou, empurrando a arma de Aer