Era o fim da tarde quando voltaram da praia. Os cabelos de Elisa estavam cheios de areia, o vestido leve grudava no corpo por causa da água salgada, e Rafael carregava Leo no colo, que dormia profundamente após tanta brincadeira. O cenário era tão cotidiano quanto mágico.
Na varanda da casa de praia, Clara os aguardava com um sorriso indecifrável e uma taça de vinho na mão.
— Estavam lindos! Pareciam até parte de um comercial de margarina — disse, provocando.
— Só se a margarina tiver sabor de