152. SUBORNANDO MEU MATE
QUINN
— Preciso... preciso do seu sangue, me alimentar da sua força vital para fazer o feitiço junto com Valeria e aquela feiticeira — ela me diz, levantando a cabeça, nossas respirações se misturando, o ar carregado com milhares de sentimentos intensos.
— Sei que você ouviu o que eu disse na sala da minha antiga companheira...
— Você foi tão covarde que nem sequer me contou diretamente, sabia muito bem que eu estava ali.
— Fui — admite, mordendo o lábio inferior — porque eu tinha... tenho medo