Os próximos minutos foram um caos coordenado.
Vika dava ordens pela tela com a precisão de alguém que já arrumou meia dúzia de noivas, três drag queens e dois atores de teatro numa noite só.
“Primeiro, hidrata a pele dela”, mandou. “Isso, Ana, passa em movimento circular, não esfrega como se estivesse limpando chão. Lira, para de fazer careta, você não vai morrer.”
“Promessas, promessas”, murmurei, mas obedeci.
“Agora a base”, continuou Vika. “Nada de reboco. A gente quer a Lira com cara de ‘na