Irmão. Bastardo. Ótimo, então além de tudo tem briga de família.
O loiro — Nolan, o cheiro que fez a coisa dentro de mim gritar “companheiro” antes — me olha primeiro. O olhar dele cai direto na cena: eu, praticamente sentada no colo de Eron, segurando o roupão fechado com as mãos, o cabelo ainda úmido, o pescoço dentro das mãos do rei alfa.
A mandíbula dele trava.
“O que você pensa que está fazendo com ela?”, ele pergunta, a voz baixa, controlada por um fio. Mas o corpo dele entrega a verdade: