Olho pro nome, releio, volto a frase.
Ines.
Minha Ines. Quer dizer, não minha, mas a Ines de agora, aquela que vive andando pelo castelo como se tivesse nascido dentro das paredes, sempre com tudo calculado, sempre cuidando da minha imagem, da reputação do rei, das alianças. No diário da minha mãe, Ines é a amiga que arrastava ela pra floresta, que ajudava a fugir de treino, que ria junto, que se escondia com ela.
Ofélia.
O outro nome aparece repetido em vários trechos. “Ofélia quase caiu da ár