O fundo falso levanta devagar, como se estivesse acordando de um sono muito longo, e eu fico segurando a borda da gaveta com uma mão, o colar ainda preso no símbolo com a outra, o coração batendo tão rápido que parece que quer sair pela boca, e por um segundo eu penso que, se aparecer um rato morto ali dentro, eu vou embora dessa casa e nunca mais volto, mas não é rato, não é nada nojento, é… papel.
Dois cadernos.
Grossos. Um deles com a capa ainda firme, meio gasta nas bordas, mas claramente m