— Socorro! — Eu gritei, sabendo que era inútil. — Por favor, alguém me ajuda!
As paredes grossas absorveram meus gritos, engolindo-os no nada. Ninguém ouviria. Ninguém viria.
O pânico subiu pela minha garganta, ameaçando me sufocar. Me forcei a respirar mais fundo, tentando acalmar meu coração disparado. Era só escuridão, eu disse a mim mesma. Apenas uma queda de energia. Nada com o que se preocupar.
Mas a escuridão não estava vazia. Estava viva com memórias, a risada de Eleanor quando me tra