(Ponto de Vista de Ethan)
Emma estava ajoelhada na cama, e seu rostinho jovem estava distorcido em uma expressão que eu jamais tinha visto antes.
A doce e obediente filhote que costumava me olhar com adoração havia desaparecido, dando lugar a algo irreconhecível, com feições contorcidas por uma malícia que nenhuma criança de sete anos deveria possuir.
Em uma das mãos, ela segurava uma pequena figura. Na outra, uma agulha de prata reluzia sob a luz da lua que entrava pela janela. E, com precisão